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A COR DA LIBERDADE: 1888 NÃO FOI FIM, FOI COMEÇO
Toque para ouvir

A COR DA LIBERDADE: 1888 NÃO FOI FIM, FOI COMEÇO

by Luiz
Samba Masculina Jovem
136
plays
3
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6:59
Duration
May 04, 2026
Created

About this song

"A COR DA LIBERDADE: 1888 NÃO FOI FIM, FOI COMEÇO" is a Samba song created by Luiz using artificial intelligence on CriaMusic. This track is 6:59 long and has been played 136 times on the platform. Listen now and discover AI-created music.

0:00 6:59
[INTRODUÇÃO - PUXADOR DE ESCOLA DE SAMBA]
Vem do tambor da memória ancestral
Ecoa um grito que nunca findou
É pele, é luta, é sangue e sinal
É povo que nunca se ajoelhou
No chão do Brasil marcado pela dor
Nasce um futuro que insiste em brilhar
Se ontem foi ferro, corrente e suor
Hoje é liberdade pra se levantar
[VERSO 1]
Cortaram os sonhos, queimaram a história
Mas não conseguiram calar a voz
Pois cada senzala guardava na memória
Um canto de guerra dentro de nós
No tronco a tristeza virou resistência
No açoite nasceu revolução
E o negro escreveu sua própria sentença
Com força, coragem e devoção
Mas disseram: “liberdade chegou”
Com tinta fria em papel sem valor
Só mudou o nome da mesma dor
O povo seguiu lutando em suor
[PRÉ-REFRÃO]
Ôôô... não foi fim, foi chão pra recomeçar
Ôôô... a luta não vai parar
Ôôô... é Grande Rio a cantar
O que o Brasil não quis enxergar
[REFRÃO PRINCIPAL]
A cor da liberdade é luta e verdade
Não nasceu em decreto, nasceu na cidade
É grito do povo que não se calou
É sangue, é raiz, é amor
A cor da liberdade é suor e tambor
É herança de um povo que nunca acabou
1888 foi só ilusão
O negro segue escrevendo na própria mão
[VERSO 2]
Depois da abolição, veio a exclusão
Sem terra, sem teto, sem direção
Mas o samba nasceu na contramão
Pra curar a ferida do coração
No morro, na rua, na periferia
O negro criou sua própria nação
Fez da dor sua filosofia
E da batida, revolução
E o Brasil que fingiu esquecer
Ainda carrega no olhar a lição
Que a liberdade só pode valer
Quando houver igualdade na mão
[PRÉ-REFRÃO 2]
Ôôô... não basta libertar
Se não há onde ficar
Ôôô... deixa o povo falar
Que a história vai cobrar
[REFRÃO FINAL – EXPLOSÃO DE AVENIDA]
A cor da liberdade é luta e verdade
Não nasceu em decreto, nasceu na cidade
É grito do povo que não se calou
É sangue, é raiz, é amor
A cor da liberdade é suor e tambor
É herança de um povo que nunca acabou
1888 foi só ilusão
O negro segue escrevendo na própria mão
[FINALIZAÇÃO – SUBIDA DE BATERIA / CHÃO DE AVENIDA]
Se o passado tentou nos calar
Hoje o tambor vai responder
Grande Rio vem pra revolucionar
Porque o povo não vai esquecer
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