[Intro]
[Verse]
O sol desperta rasgando o manto da neblina
Caminho firme sobre a terra que me ensina
Cada suor derramado vira seiva de flor
Não há cansaço que resista ao meu valor
Ergo o castelo com as pedras do abandono
Na minha vida sou o servo e sou o dono
O peito queima feito brasa no deserto
Mantenho o passo e o olhar sempre liberto
[Chorus]
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
[Chorus]
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
[Verse]
A tempestade tenta me tirar do trilho
Mas no meu sangue carrego o brilho do filho
Que viu o pai lutar contra o vento norte
E aprendeu que o caráter é quem dita a sorte
Não aceito o destino que tentam impor
Transformo a mágoa em puro combustor
A vitória é um altar que se ergue todo dia
Na teimosia de viver com maestria
[Chorus]
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
[Chorus]
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
Vou buscar o horizonte além do mar
Nada no mundo pode agora me parar
Sou a correnteza que atravessa o rochedo
Escrevo a sorte sem ter rastro de medo
[Outro]