A OUTRA FACE
Confiança...
Foi assim que começou.
Não chegou de repente,
Nem nasceu sem razão.
Foi crescendo em silêncio,
Transformando a direção.
Eu conheço minhas vontades.
Conheço a força da razão.
Conheço os caminhos que parecem certos
Quando escuto só meu coração.
Mas existe uma voz mais profunda.
Uma verdade que permanece.
E quando ela encontra abrigo,
Tudo o mais perde a pressa.
Refrão
E a outra face surge.
Não pela força.
Não pelo medo.
Não porque eu precise vencer.
Mas porque a confiança em Jesus
Se tornou maior
Que a confiança em mim.
Quando esperam a velha resposta,
Encontram paz.
Quando esperam o impulso,
Encontram luz.
Quando esperam apenas por mim,
Encontram Jesus.
Verso 2
Foi assim que compreendi
A segunda milha.
Foi assim que compreendi
O manto e a túnica.
Não como perda.
Não como renúncia.
Mas como liberdade.
Porque quem conhece o Caminho
Já não teme a direção.
O que antes parecia fraqueza
Revelou sabedoria.
E o que parecia derrota
Escondia alegria.
Ponte
Existe um instante de silêncio
Entre o sentir e o agir.
Um momento breve e sereno
Onde aprendi a ouvir.
E ali já não há disputa.
Já não há confusão.
A verdade encontra seu lugar
E aquieta o coração.
Então eu sigo.
Não porque entendo tudo.
Não porque vejo o fim.
Mas porque já conheço
Os frutos desse Caminho em mim.
Refrão Final
E a outra face surge.
Como fruto.
Como luz.
Como reflexo.
Não daquilo que sou.
Mas Daquele em quem confio.
E quanto mais confio,
Mais leve posso andar.
E quanto menos sou eu,
Mais Jesus pode aparecer.
A outra face não floresce da força.
Floresce da confiança.
Floresce da entrega.
Floresce de Jesus em mim.
Confiança...
Foi isso que encontrei.
E foi suficiente.
Mudou tudo, pra mim.