[Intro]
[Verse]
O sol descansa sobre a linha do horizonte
Banhando o dia que se deita devagar
A brisa traz o cheiro doce do levante
E o pensamento se dissolve pelo ar
Não há pressa no compasso do meu peito
Apenas o silêncio que o tempo desenhou
O mundo agora se acomoda do seu jeito
Nessa moldura que a paz inventou
[Chorus]
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
Sinto o repouso que a tarde veio semear
Um sopro de vida pra nos ensinar a respirar
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
[Chorus]
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
Sinto o repouso que a tarde veio semear
Um sopro de vida pra nos ensinar a respirar
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
[Verse]
As sombras dançam nas cortinas da varanda
Enquanto a lua ensaia o seu caminhar
A voz do rio é uma prece que abranda
Qualquer cansaço que insista em ficar
Vou descalça no veludo da esperança
Sem o peso de querer ser solução
Tudo que resta é essa mansa confiança
Que transborda de mansinho no coração
[Chorus]
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
Sinto o repouso que a tarde veio semear
Um sopro de vida pra nos ensinar a respirar
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
[Chorus]
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
Sinto o repouso que a tarde veio semear
Um sopro de vida pra nos ensinar a respirar
Deixa a maré levar o que não for essencial
A alma encontra o cais no balanço desse sal
[Outro]