(Verso 1)
O sol bate na janela, um novo dia a despertar
O café que exala o cheiro, convite para recomeçar
Não preciso de grandes planos, nem de ouro ou de cristal
A vida pulsa no agora, num ritmo quase surreal
Deixo o peso lá no ontem, guardo o riso na memória
Cada passo que eu dou hoje, escreve a minha própria história.
(Refrão)
É a alegria de viver, um sopro, um brilho, um despertar
É ver a cor em cada sombra, é ter motivos pra cantar
Não é sobre o que a gente tem, mas sobre o que a gente sente
O mundo é um palco imenso, e o brilho está na gente
Viver, apenas viver, com alma leve e coração valente.
(Verso 2)
Tem gente que passa pressa, querendo o futuro alcançar
Esquece de ver o orvalho, esquece do prazer de olhar
O abraço que afaga a alma, o olhar de quem nos quer bem
A chuva que lava o rosto, o silêncio que nos convém
São detalhes tão pequenos, que fazem a vida valer
Se a gente souber a calma, do que é apenas ser.
(Refrão)
É a alegria de viver, um sopro, um brilho, um despertar
É ver a cor em cada sombra, é ter motivos pra cantar
Não é sobre o que a gente tem, mas sobre o que a gente sente
O mundo é um palco imenso, e o brilho está na gente
Viver, apenas viver, com alma leve e coração valente.
(Ponte)
A tempestade ensina o quanto o sol é necessário
A cicatriz é marca viva, capítulo do itinerário
Sou feita de altos e baixos, de riso e também de dor
Mas escolho, todo dia, ver o mundo com mais cor.
(Final)
É a alegria...
Um sopro, um brilho.
Apenas viver.