[Intro]
[Verse]
O sol desliza pela fresta da cortina bordada
Teu sono é um mapa de terras onde o medo não faz morada
Observo o desenho calmo que o teu peito faz ao respirar
Enquanto o mundo lá fora insiste em apenas acelerar
Cada detalhe teu é um verso que eu ainda não escrevi
Um silêncio preenchido por tudo o que eu sempre senti
[Pre-Chorus]
As horas perdem o peso quando os teus olhos se abrem
Não existem fronteiras que as nossas mãos não desbravem
O destino é um rastro de luz que deixamos no chão
Um segredo guardado na palma de cada canção
[Chorus]
É esse abraço que desfaz o nó que a vida inventou
O abrigo seguro no meio de tudo o que restou
Vou cuidar do teu riso como se fosse a única verdade
Transformar o instante na nossa própria eternidade
Onde o afeto transborda e o tempo decide parar
Só para nos ver aprender o que é realmente amar
[Verse]
Caminhamos descalços sobre as pedras do velho jardim
Onde cada flor parece brotar só para ti e para mim
Não preciso de juras eternas cravadas no metal frio
Prefiro o calor do teu toque que afasta o meu vazio
Escrevo o teu nome na areia que o mar não ousa tocar
Pois nem a maré mais forte consegue a gente apagar
[Chorus]
É esse abraço que desfaz o nó que a vida inventou
O abrigo seguro no meio de tudo o que restou
Vou cuidar do teu riso como se fosse a única verdade
Transformar o instante na nossa própria eternidade
Onde o afeto transborda e o tempo decide parar
Só para nos ver aprender o que é realmente amar
[Chorus]
É esse abraço que desfaz o nó que a vida inventou
O abrigo seguro no meio de tudo o que restou
Vou cuidar do teu riso como se fosse a única verdade
Transformar o instante na nossa própria eternidade
Onde o afeto transborda e o tempo decide parar
Só para nos ver aprender o que é realmente amar
[Outro]