nas mãos a Cruz, cansado o seus pés, e mesmo assim não desistiu em percorre um caminho que não era seu, embaçada a visão, em sua frente só via o caminho e a rude Cruz, e aos gritos clamaram pra crucificar aquele que veio ao mundo pra salvar, em seus olhos havia graça e perdão, simplesmente o caminho continuou sem ter medo da morte pois depois de tudo pra nós por sua vida haveria salvação. por amor mim, por amor a nós, ele morreu mas também ressuscitou, ele nós amou sem nada em troca querer, naquela cruz no salvou, foi ali que me libertou, o seu sangue nos redimiu, e a graça sim fluiu e hj estamos alegres, os cravos não era seu, até o caminho que percorreu, a cruz não era dele e a morte não o assustou pois o propósito dele era ser por amor a mim amor a nós.