[Intro]
[Verse]
O rádio toca baixinho no painel do caminhão
Lembrando o sotaque doce que acalma o coração
A estrada corta o horizonte desenhando o meu destino
Nessa terra de poeira sou eterno peregrino
O cheiro do mato molhado avisa que a chuva vem
Trazendo o aperto no peito de quem não tem seu bem
[Pre-Chorus]
A lua espia na fresta da janela do galpão
Enquanto a saudade amarga vira moda de viola e pão
O sentimento transborda feito rio em dia de cheia
[Chorus]
Canto a vida que escolhi sob o sol desse sertão
Levando a paz no sorriso e a lida na palma da mão
É no toque da sanfona que a tristeza se desfaz
Onde o grito do caboclo encontra o brilho da paz
Vou seguindo o meu caminho sem olhar o que ficou
Pois o chão que piso agora foi o céu que me chamou
[Verse]
A lida começa cedo antes do galo cantar
O café preto na caneca ajuda a gente a despertar
O gado segue o berrante cruzando o ribeirão
Cada rastro na areia é uma prece de gratidão
A vida no interior tem um tempo diferente
Onde a palavra empenhada vale mais que o presente
[Pre-Chorus]
A lua espia na fresta da janela do galpão
Enquanto a saudade amarga vira moda de viola e pão
O sentimento transborda feito rio em dia de cheia
[Chorus]
Canto a vida que escolhi sob o sol desse sertão
Levando a paz no sorriso e a lida na palma da mão
É no toque da sanfona que a tristeza se desfaz
Onde o grito do caboclo encontra o brilho da paz
Vou seguindo o meu caminho sem olhar o que ficou
Pois o chão que piso agora foi o céu que me chamou
[Bridge]
Se a solidão bater forte eu pego o meu violão
Transformo a dor em poesia na batida do coração
Não preciso de luxo nem de brilho passageiro
Meu tesouro é a liberdade desse mundo verdadeiro
[Chorus]
Canto a vida que escolhi sob o sol desse sertão
Levando a paz no sorriso e a lida na palma da mão
É no toque da sanfona que a tristeza se desfaz
Onde o grito do caboclo encontra o brilho da paz
Vou seguindo o meu caminho sem olhar o que ficou
Pois o chão que piso agora foi o céu que me chamou
[Chorus]
Canto a vida que escolhi sob o sol desse sertão
Levando a paz no sorriso e a lida na palma da mão
É no toque da sanfona que a tristeza se desfaz
Onde o grito do caboclo encontra o brilho da paz
Vou seguindo o meu caminho sem olhar o que ficou
Pois o chão que piso agora foi o céu que me chamou
[Outro]