Abro o celular no meio da noite
O brilho da tela é o meu chicote
Olhando seus stories, o seu Instagram
Coração padece pensando no amanhã
Você posta sorrisos do lado de lá
E eu do lado de cá, sem poder te tocar
Te vendo com outro, que dor que me dá.
(Pré-Refrão)
É um amor proibido, segredo guardado
Eu sinto que você também queria estar do meu lado
Mas o mundo colocou uma barreira entre nós
E na madrugada, eu só choro sem voz.
(Refrão)
Estou amando uma pessoa que não posso chamar de minha
Dividindo o seu peito com essa aliançazinha
E para tentar esquecer, eu me afundo no copo de cachaça
Mas o gosto do álcool não cura o que não passa
Esse amor é como um tornado, levando tudo pra longe da gente
Arrancando a paz, deixando a alma doente
E bebendo na mesa daquele bar da esquina
Eu vou matando um dia de cada vez, nessa rotina.
(Verso 2)
A mente dá voltas procurando uma saída
Para esse labirinto que virou minha vida
Seu nome tá preso na minha garganta
O copo esvazia, mas a dor não amansa
Que tempestade é essa que não quer passar?
Por que fui te amar se não posso te cobrar?
(Refrão)
Estou amando uma pessoa que não posso chamar de minha
Dividindo o seu peito com essa aliançazinha
E para tentar esquecer, eu me afundo no copo de cachaça
Mas o gosto do álcool não cura o que não passa
Esse amor é como um tornado, levando tudo pra longe da gente
Arrancando a paz, deixando a alma doente
E bebendo na mesa daquele bar da esquina
Eu vou matando um dia de cada vez, nessa rotina.
(Fim)
(A sanfona vai diminuindo o ritmo, bem lenta e triste)
É... mais um dia que vai... no fundo desse copo...