dia mais dias o que se tem na lembrança. das brincadeiras dos tempo de quando eu era criança
não tinha medo da morte
nos perseguimos a dor fazendo curvas sinistra com carro de rolimã
camisa que nos usava não tinha nada de grife a calça toda pinchada com um spray de grafite
um all star cano curto ou um redley invocado cada um tinha um jeito de dar o nó no cadarço
todo fim de semana era vários moleques pagando entrada no clube para ver banda de rap
mixagem maneira com um lood play de seresta fazia altas montagens com aquelas músicas brega
tinha branco tinha preto so não tinha racismo talvez anter existia nos não ligava pra isso
quando chegavam da escola a pipa a gente fazia cebola com caco de vidro já passava na linha
no campo do alvorada. ande se reuniam o vento não ajudava. mesmo assim agente ia
do outro lado do campo. ficava so os malado inpinando bicicleta com segurança do lado
não se mistura com nos porque so tem favelado não e de hoje. que os ricos trata a gente igual rato
so que agora acabou nosso tempo de infância alguns deles partiram mas ficou na lembrança
toda aquela galera que não virmos nunca mais e os que ficaram tão bem os que partiram tão em paz