Estilo: Metal Sinfônico / Orquestral Épico)
(Intro: Coro em latim/egípcio antigo com tambores pesados e metais orquestrais)
(Verso 1)
Da poeira de Tebas, um silêncio se faz
Os velhos altares não recebem mais a paz
Amón foi destronado, seu clero caiu
Diante da luz que o deserto sentiu
O teto do mundo se abre em esplendor
Não há mais mistério, não há mais pavor
Apenas um disco, um círculo de ouro
Que guarda da terra o maior tesouro.
(Refrão)
Aton! O Sol absoluto, o calor que dá a vida!
Aton! A mão invisível na terra esquecida!
Teus raios tocam o chão como dedos de um rei
Abaixo de ti, o universo é tua lei!
Monarca do céu, soberano do altar,
Nenhum outro deus ousará te encarar!
(Verso 2)
Akhenaten clama no horizonte de pedra
Enquanto a mentira dos antigos se quebra
Não há forma humana, não há falsidade
Tu és a própria luz, a própria verdade
Tu surges na aurora, espantando as trevas
O sopro da vida a tudo tu levas
Do broto da planta ao rugido do leão
Tudo se curva à tua imensidão.
(Ponte - Crescendo instrumental)
(Coro) Aton, Iati, Aton, Iati!
Eles tentaram apagar o teu nome da história
Rasparam as pedras, cobriram tua glória
Mas como destruir o que brilha no céu?
A humanidade cega rasgou o próprio véu!
Tu permaneces queimando o deserto,
O Deus Solitário, o eterno desperto!
(Solo de Guitarra / Orquestra com Metais)
(Refrão Final - Com máxima potência)
Aton! O Sol absoluto, o calor que dá a vida!
Aton! A mão invisível na terra esquecida!
Teus raios tocam o chão como dedos de um rei
Abaixo de ti, o universo é tua lei!
Monarca do céu, soberano do altar,
Nenhum outro deus ousará te encarar!
(Outro)
Brilha... além do tempo.
Queima... além do esquecimento.
Aton... o primeiro e o fim.
(O som dos tambores cessa gradualmente com o sopro do vento do deserto)