Tudo ia muito bem, do jeito que ele quer
Mas o destino é cruel e não avisa quando vem
No meio do encontro, bateu aquela dor de barriga também
O desespero foi grande, não dava pra segurar
E ele precisou usar o banheiro às pressas para "obrar"
(Pré-Refrão)
A barriga aliviou, mas o pior estava por vir
Uma tragédia grega que ninguém queria assistir
O desespero começou quando ele terminou
Apressado, assustado, o Coruja olhou
Olhou para um lado, olhou para o outro e sentiu o calafrio
E não tinha papel higiênico e nem chuveirinho... o banheiro tava vazio!
(Refrão)
Aí veio a solução inusitada: a "Burguesa"!
Procurando desesperadamente algo para se salvar
Ele olhou pro canto pra ver o que ia achar
Ele reparou que no banheiro havia uma gaiola
E pensou: "Meu Deus do céu, é agora ou nunca mais!"
Dentro dela estava uma burguesa brilhando na luz
Que é uma espécie de pombo doméstico totalmente branco
Considerado um "pombo chique"... e o Coruja deu o arranco!
(Verso 2)
Pegou o bicho pela asa, com cuidado e precisão
Disse que era tão fofinho que parecia um algodão
Limpou o que tinha que limpar, achou que tava no céu
O pombo gourmetizado funcionou melhor que papel!
Mas na hora de puxar a calça, a ave se revoltou
Soltou o lodo no Coruja e o coitado se lascou!
(Refrão Final)
Foi a solução inusitada: a "Burguesa"!
Procurando desesperadamente algo para se salvar
Ele olhou pro canto pra ver o que ia achar
Ele reparou que no banheiro havia uma gaiola
E pensou: "Meu Deus do céu, é agora ou nunca mais!"
Dentro dela estava uma burguesa brilhando na luz
Que é uma espécie de pombo doméstico totalmente branco
Considerado um "pombo chique"... e o Coruja levou o gancho!
(Outro)
É, meu amigo... o pombo deu o troco!
A calça ficou sapecada e o Coruja ficou louco.
O aviso do Mução é pra você não se esquecer:
Nunca use uma burguesa quando o estômago doer!