Cântico das Muitas Águas
Como águas fortes que descem do céu,
Ecoa a voz sobre a terra e o véu,
Entre trovões e estrelas no ar,
Uma canção começa a soar.
Harpa ressoa, suave e sem fim,
Levando esperança até mim,
No vento dança a luz do luar,
E o coração começa a cantar.
Glória que brilha além do olhar,
Som que o silêncio não pode parar,
Como rios correndo para o mar,
Seguimos juntos sem descansar.
Nova canção, antiga também,
Feita de sonhos que a alma contém,
Entre águas, trovões e clarão,
Ecoa eterna esta canção.
Você pode imaginar ele sendo cantado lentamente no começo e ficando mais forte, como se começasse como água correndo e terminasse como trovão.