O passado deixa marcas, mas não manda no futuro,
Transformei minhas dúvidas em alicerce pro meu mundo.
Se a vida fecha uma porta, eu procuro outra saída,
Porque o homem que aprende também transforma a própria vida.
E não importa quantas vezes me julgaram sem saber,
Ninguém conhece as batalhas que precisei vencer.
Minha história não termina no capítulo da dor,
Ainda tenho muita estrada pra escrever quem hoje sou.
[Ponte — instrumental reduzido, voz emotiva]
Um dia, tudo aquilo que parecia tão distante
Pode estar diante dos olhos, mais real do que antes.
E quando eu olhar pra trás, não quero contar riqueza,
Quero lembrar que mantive minha essência na incerteza.
[Refrão final — maior intensidade]
Meu caminho tem espinhos, mas eu sigo em frente,
Carrego cicatrizes que me fizeram diferente.
Não quero ser lembrado pelo que pude comprar,
Quero ser reconhecido pelo que consegui superar.
[Final — piano e voz quase falada]
Talvez vencer não seja chegar primeiro...
Talvez seja chegar inteiro.
Sem esquecer quem você era,
sem perder quem caminhou com você,
e sem deixar morrer aquele sonho
que um dia fez você levantar.
O caminho continua.