O Canto de Janeval
Verso 1
Janeval caminhava na praça, de olho bem firme no chão,
Não podia ver um buraquinho que já vinha com a intenção.
Queria tampar cada fenda, preencher o que estava vazio,
Dizia pra todo o mundo que aquilo era um santo desafio.
O pensamento voava alto, buscando um rumo incerto,
Pregando com tanta força que o milagre parecia perto.
Refrão
Oh, Janeval, na sua jornada sem fim,
Dando glória a Deus do começo ao confim!
Entre placas coladas e passos no chão,
Procurando a paz pro seu coração.
Com o santo remédio na bolsa guardado,
Seguia o destino, meio enfeitiçado.
Verso 2
"É o pai de Cristo!", gritava, apontando pro alto o dedão,
Enquanto João colava a placa bem no meio do portão.
O movimento não para, a cidade começa a girar,
Genva saiu apressada, sem tempo pra se explicar.
Fugiu do CAP rapidinho, pulou a cerca e sumiu,
Deixou todo mundo assustado com o rumo que ela abriu.
Refrão
Oh, Janeval, na sua jornada sem fim,
Dando glória a Deus do começo ao confim!
Entre placas coladas e passos no chão,
Procurando a paz pro seu coração.
Com o santo remédio na bolsa guardado,
Seguia o destino, meio enfeitiçado.
Ponte
A mente voa na curva do vento,
Cada segundo é um novo momento.
Toma o remédio pra ver se descansa,
Mas no peito ainda mora a esperança.
De ver o buraco fechado no chão,
E ouvir de novo a mesma canção.
Verso 3
E a história se espalha ligeira por todo lugar,
Quem foi que viu Janeval e Genva juntas passar?
Entre louvores, mistérios e o remédio a tomar,
A vida segue o seu ritmo, difícil de decifrar.
Mas fica o eco no vento, a glória a soar no ar,
De quem só queria o mundo inteiro ajudar a tampar.
Refrão Final
Oh, Janeval, na sua jornada sem fim,
Dando glória a Deus do começo ao confim!
Entre placas coladas e passos no chão,
Procurando a paz pro seu coração.
Com o santo remédio na bolsa guardado,
Seguia o destino, meio enfeitiçado.
Nota: Se você quiser ajustar algum trecho dessa letra, adicionar mais estrofes ou mudar o ritmo, é só me avisar!