🎶 VAQUEIRO CAPA LOUCA 🎶
(Estilo )
[Intro]
Alô meu sertão...
Segura o vaqueiro!
Êh boi...
Hoje a poeira vai subir!
[Verso 1]
Eu sou vaqueiro capa louca
Filho bruto do sertão
Nasci no meio da poeira
Com coragem no coração
Fui criado lá na roça
Debaixo do sol quente do verão
Aprendi cedo com meu pai
O valor da honestidade e da missão
Enquanto muitos me julgavam
Sem conhecer minha história não
Eu tava correndo atrás de boiada
Pra ajudar dentro de casa e do ranchão
[Pré-Refrão]
Corro gado, monto burro brabo
No braço e na determinação
Dentro da roça eu sou doutor formado
Diplomado pela escola do sertão
Não tenho estudo de faculdade
Mas tenho respeito e educação
Porque homem de palavra vale ouro
Nesse Nordeste de tradição
[Refrão]
Eu vou fazer história nessa vida
Meu nome o sertão vai decorar
Sou vaqueiro filho da poeira
Nascido pra vencer e brilhar
Quando o cavalo bate forte
O coração dispara então
Eu conheço estrada e boiada
De ponta a ponta do sertão
[Aboio]
Êh boi...
Segura firme esse gibão!
Que hoje o vaqueiro da poeira
Vai levantar o povão!
[Verso 2]
Tem muita gente da cidade
Que pensa que felicidade
É viver cercado de luxo
Sem conhecer a realidade
Mas eu sou rico do meu jeito
Tenho Deus e simplicidade
Meu cavalo, minha família
E orgulho da minha identidade
Já chorei calado na vida
Mas nunca pensei em parar
Porque o sertanejo raiz
Nasceu foi pra pelejar
[Ponte]
Pode falar de mim...
Pode duvidar...
Mas quem nasceu no sofrimento aprende cedo a lutar...
Tem cicatriz na minha alma
Que ninguém consegue enxergar
Mas cada queda nessa vida
Só me ensinou a levantar
[Refrão]
Eu vou fazer história nessa vida
Meu nome o sertão vai decorar
Sou vaqueiro filho da poeira
Nascido pra vencer e brilhar
Quando o cavalo bate forte
O coração dispara então
Eu conheço estrada e boiada
De ponta a ponta do sertão
[Refrão Final]
Eu sou vaqueiro capa louca
Orgulho bruto do sertão
Carrego Deus no peito
E a coragem no coração
Quando meu cavalo pisa forte
Até o locutor grita então:
“Olha o vaqueiro da poeira...
É estouro nesse sertão!”
[Final]
Êêêh boi...
O sertão nunca esquece
De um vaqueiro de verdade...