caro amigos ouvintes,por favor preste atenção, vou falar de um assunto, que abrange a população, pois a cada dia que passa, a pedra o pó e a cachaça, mata e não tem perdão.
no Piriá pode se ver, exemplo a todo instante, é jovem bêbado nas ruas, nos bares no restaurantes, pelo povo são maltratado, andam sujo e maltrajado ,são simplório, ignorante.
mesmo com tanta droga, a juventude não se abala, se são pego pela polícia, levam tapa na cara ,depois de muita peia, vão dormir na cadeia, jogada em uma sala.
lá passa um por sofrimento, pede a Deus que acabe o dia, depois de tanto lamento, e sair daquela agonia, corre para trabalhar, para em seguida comprar, drogas e porcaria.
depois de usar as drogas, é que vão se arrepender, ao meter a mão no bolso, e começam a perceber, que naquela ocasião, não há sequer um tostão, para comprar o que comer.
E exatamente por isso,que temos que estar atento, porque quem usa droga, em muito pouco tempo, para de trabalhar, e se dedica a roubar, esse é o meu pensamento.
Quando não rouba fica, jogado pela cidade, andando de rua em rua, sem nenhuma mentalidade, pois pessoas assim são, tratadas como ladrão,essa é a triste realidade.
realidade que na qual, muita das vezes ignoramos, quantas às vezes vimos o guerra, o Buchecha o marginal pela rua perambulano, se um dia vir alguém parar, não foi para ajudar, mas sim para ficar mandando.
por isso que peço a todos, pais e mãe de família, que cuide bem do seu filho, não descuide de sua filha, pois um filho bem cuidado, tendo pai e mãe do seu lado, por esse caminho não trilha.
é por isso que eu peço, ao jovem de nossa cidade, que não se deixe cair, nessa triste realidade, se dedique a estudar, porque só assim irá encontrar, a real felicidade.
como vocês ouviram, eu não sou um grande artista, eu apenas descrevi, o meu ponto de vista, dessa triste realidade, que abrange a nossa cidade, aqui se despede João Batista.
o meu nome é João Batista, o poeta desconhecido, quem faz pequena rimas , sobre fato acontecido, tente me escutar, para você não se tornar mais um homem perdido.