[Intro]
[Verse]
O velho homem jaz no chão de poeira
A sombra antiga enfim se desfez
Não busco mais a glória passageira
Nem conto as horas que perdi de vez
O cravo feriu o que eu julgava ser
O sangue lavou o meu próprio querer
No silêncio do monte a vida parou
E o sopro do alto em mim despertou
[Chorus]
Já não sou eu quem caminha nessas ruas
Pois a cruz marcou o fim do meu deserto
As mãos que regem as estrelas nuas
Moram agora no meu peito aberto
Vivo no corpo o que a fé sustenta
Pelo amor daquele que se entregou
A chama mansa que a alma alimenta
É o Cristo em mim que o Pai revelou
[Chorus]
Já não sou eu quem caminha nessas ruas
Pois a cruz marcou o fim do meu deserto
As mãos que regem as estrelas nuas
Moram agora no meu peito aberto
Vivo no corpo o que a fé sustenta
Pelo amor daquele que se entregou
A chama mansa que a alma alimenta
É o Cristo em mim que o Pai revelou
[Verse]
A carne ainda sente o peso do barro
Mas o espírito voa em rendição
Troquei o orgulho pelo doce amparo
Da graça que habita em cada oração
Não há mais medo na fragilidade
Pois Sua força é o que me faz andar
Na entrega total achei a verdade
E aprendi finalmente a descansar
[Chorus]
Já não sou eu quem caminha nessas ruas
Pois a cruz marcou o fim do meu deserto
As mãos que regem as estrelas nuas
Moram agora no meu peito aberto
Vivo no corpo o que a fé sustenta
Pelo amor daquele que se entregou
A chama mansa que a alma alimenta
É o Cristo em mim que o Pai revelou
[Chorus]
Já não sou eu quem caminha nessas ruas
Pois a cruz marcou o fim do meu deserto
As mãos que regem as estrelas nuas
Moram agora no meu peito aberto
Vivo no corpo o que a fé sustenta
Pelo amor daquele que se entregou
A chama mansa que a alma alimenta
É o Cristo em mim que o Pai revelou
[Outro]