Curoca Sempre a Sofrer
(Introdução)
Oh oh... Curoca...
Terra da esperança...
Oncócua...
Nossa raiz, nossa identidade...
(Verso 1)
Curoca, terra de felicidade,
pela sua riqueza natural.
Pela cultura e gastronomia,
património sem igual.
O gado é a base fundamental,
do sustento de cada família.
É a força do nosso povo,
é o orgulho desta terra querida.
(Pré-Refrão)
Mas Curoca continua a sofrer,
há muito tempo sem escolher.
A governação vem de Ondjiva,
e quem fala mais alto é quem decide.
(Refrão)
Somos Curoca! Somos Oncócua!
Terra da tradição que nunca vai morrer.
Somos um povo humilde,
de respeito e dignidade.
Mas Curoca...
Curoca sempre a sofrer.
(Verso 2)
Somos Curoca, somos Oncócua,
ricos na preservação da tradição.
Ovahakavona, Ovahimba,
Ovangambwe, Ovatua e Ovandimba.
Povos etnolinguísticos,
com traços e costumes diversificados,
guardando a memória dos antepassados,
como um tesouro sagrado.
(Ponte)
Somos Oncócua, Ombwá,
Efwaliondjeu e Tyikolo.
Terras férteis, terras aráveis,
abençoadas pelo Criador.
Um povo simples, trabalhador,
que vive com honra e amor.
(Refrão Final)
Somos Curoca! Somos Oncócua!
Terra da riqueza natural.
Da cultura, da gastronomia,
e do gado tradicional.
Somos um povo humilde,
de respeito e dignidade.
Mas Curoca continua a sofrer...
Esperando justiça, paz e liberdade.
(Final)
Oh oh... Curoca...
Nossa terra, nossa história...
Mesmo sofrendo, seguimos de pé...
Curoca viverá... para sempre viverá.
O velho Shiponga dizia: A VIDA SE FAZ NOS MUNICÍPIOS,
Mas em ti, se mata vida, Curoca