[21/09, 17:39] Louvera: Ciranda, cirandinha,
Girassol vai cirandar.
As cantigas de roda, relembrar.
Desperte a infância em você.
A quarenta graus faz o chão tremer! (Bis)
No berço da história, a voz ecoou,
A velha cantiga no tempo viajou.
Cruzou o oceano de além-mar,
Nas praias de Pindorama veio aportar.
[21/09, 17:39] Louvera: Tum, tum, tum... No toque do caxangá!
É a batida sagrada do meu yorubá!
A ancestralidade que o tempo guardou,
No sangue da terra que a roda gerou!
Tem fogueira e balão sob o céu de São João!
E o verso antigo que ecoa no chão,
O pranto de Terezinha em poesia e maré,
O Brasil em ciranda, na força da fé!
[21/09, 17:39] Louvera: Encontrou o nativo e seu rito de fé,
O negro com seu gingado,
De yorubá com axé.
Mar de cultura, divina canção,
A coroa sagrada da miscigenação!
Na água da lenda o peixe nadou,
O cravo e a rosa no encanto girou.
Voa, borboletinha, no ritmo do tambor!
Faz o caldeirão ferver, meu amor!
[21/09, 17:40] Louvera: Se essa rua fosse minha,
Eu mandava a alegria espalhar:
Água de cheiro, confete e serpentina,
Para a Rosa e Branco desfilar! (Bis)
É mito, é cultura, herança e tradição,
Vem, entra na roda, pisa forte nesse chão!
De mãos dadas na ciranda da vida,
O Brasil canta suas cantigas!