[Verso 1]
No peito um motor, o caos começou,
O medo dos monstros em mim despertou.
Sangue no asfalto, a cidade em chamas,
Cada batalha aumenta minha fama.
Ninguém pode parar essa fúria brutal,
Minha corrente corta o bem e o mal.
Entre demônios eu nasci pra lutar,
Quanto mais caio, mais volto pra cortar.
[Pré-Refrão]
O rugido ecoa, ninguém vai fugir,
Quando a motosserra começa a rugir.
O destino treme ao me encontrar,
Hoje a caçada vai recomeçar.
[Refrão]
Eu sou o Demônio da Motosserra,
O medo da noite, o terror da guerra.
Correntes girando, não vou recuar,
Enquanto existir mal, eu vou lutar.
Meu coração bate no ritmo do aço,
Cada inimigo vira só um pedaço.
No meio do caos eu vou renascer,
Porque um verdadeiro monstro nunca vai morrer.
[Verso 2]
Cicatrizes contam tudo que enfrentei,
Perdi muito, mas nunca me entreguei.
No fio da lâmina encontrei razão,
Transformei a dor em revolução.
Se o inferno abrir suas portas pra mim,
Eu atravesso sem pensar no fim.
Meu nome espalhado por onde passei,
O Demônio da Motosserra... eu me tornei.
[Ponte]
Pode correr, pode tentar escapar,
O som do motor vai te encontrar.
Não existe sombra onde possa esconder,
Quando a corrente começa a girar, é pra vencer.
[Refrão Final]
Eu sou o Demônio da Motosserra,
O eco da fúria que rompe a terra.
Com sangue e coragem eu sigo além,
Entre humanos e monstros, eu não temo ninguém.
O motor acelera, a lenda nasceu,
O impossível diante de mim se perdeu.
Enquanto o mundo insistir em cair,
Minha motosserra jamais vai parar de rugir.