[Intro]
[Verse]
Andei na contramão de cada palavra tua
Ergui muros onde você tentava construir pontes
Minha teimosia era uma armadura pesada e crua
Neguei o teu norte e me perdi nos meus horizontes
Hoje o silêncio da casa grita o que eu não quis ouvir
E vejo na tua mala a vontade de partir
[Chorus]
Me perdoa por cada espinho que plantei no caminho
Eu achava que o atrito era a prova do nosso calor
Não me deixe provar o amargo de seguir sozinho
Eu prometo moldar o que em mim ainda é dor
Sou o erro que reconhece a própria cegueira
Fica comigo e me ensina a ser tua parceira
[Chorus]
Me perdoa por cada espinho que plantei no caminho
Eu achava que o atrito era a prova do nosso calor
Não me deixe provar o amargo de seguir sozinho
Eu prometo moldar o que em mim ainda é dor
Sou o erro que reconhece a própria cegueira
Fica comigo e me ensina a ser tua parceira
[Bridge]
Pensei que nossas brigas tivessem algum sentido profundo
Que o fogo da discórdia manteria a chama acesa
Mas só consegui desabar o nosso mundo
E deixar o vazio sentado à nossa mesa
Estou disposta a quebrar o meu orgulho em mil pedaços
Para encontrar de novo o sossego nos teus braços
[Verse]
Olha nos meus olhos e vê o medo do teu adeus
Eu mudo o meu passo para seguir a tua cadência
Não leve embora os sonhos que também são meus
Aprendei a duras penas o valor da tua prudência
Ainda existe um lugar para nós dois nesse chão
Aceita o arrependimento do meu coração
[Chorus]
Me perdoa por cada espinho que plantei no caminho
Eu achava que o atrito era a prova do nosso calor
Não me deixe provar o amargo de seguir sozinho
Eu prometo moldar o que em mim ainda é dor
Sou o erro que reconhece a própria cegueira
Fica comigo e me ensina a ser tua parceira
[Chorus]
Me perdoa por cada espinho que plantei no caminho
Eu achava que o atrito era a prova do nosso calor
Não me deixe provar o amargo de seguir sozinho
Eu prometo moldar o que em mim ainda é dor
Sou o erro que reconhece a própria cegueira
Fica comigo e me ensina a ser tua parceira
[Outro]