[Intro]
[Verse]
Caminhei sobre espinhos sem deixar o sangue marcar o chão
Cada queda era um degrau nessa escada de pura ambição
O vento soprava contra mas eu fiz da tempestade o meu cais
Olhei pro abismo e disse que ele não me assustava mais
Hoje o asfalto que eu piso reflete o brilho do meu olhar
Quem viu minha luta de perto não ousa me questionar
Dominei cada fresta do tempo pra construir meu lugar
[Chorus]
Eu sou a dona do jogo a carta que corta o destino
O luxo que eu ostento é o troféu do que eu imagino
Se eu quero eu busco se eu sonho eu tomo pra mim
O meu império é eterno e nunca aceita um fim
Com a força na pele e o comando na palma da mão
Eu governo a vida e não aceito nenhuma instrução
[Verse]
Olhares tortos tentaram cercar minha trajetória livre
Mas a atitude ferve no sangue de quem sempre sobrevive
Troquei as migalhas do mundo por banquetes de puro poder
Não peço licença pra entrar nem espero o sol se esconder
O controle é meu guia a firmeza é o meu próprio selo
A coroa que eu uso não cai nem por um único apelo
Vivi o amargo pra hoje provar o banquete absoluto
[Chorus]
Eu sou a dona do jogo a carta que corta o destino
O luxo que eu ostento é o troféu do que eu imagino
Se eu quero eu busco se eu sonho eu tomo pra mim
O meu império é eterno e nunca aceita um fim
Com a força na pele e o comando na palma da mão
Eu governo a vida e não aceito nenhuma instrução
[Bridge]
Ninguém me deu nada eu mesma tracei cada linha do mapa
A fragilidade morreu quando eu rasguei a última capa
Desafio o sistema encaro a verdade de frente e sem medo
O meu sucesso é o triunfo de quem guardou seu segredo
A autoridade emana de quem nunca se permitiu curvar
[Chorus]
Eu sou a dona do jogo a carta que corta o destino
O luxo que eu ostento é o troféu do que eu imagino
Se eu quero eu busco se eu sonho eu tomo pra mim
O meu império é eterno e nunca aceita um fim
Com a força na pele e o comando na palma da mão
Eu governo a vida e não aceito nenhuma instrução
[Chorus]
Eu sou a dona do jogo a carta que corta o destino
O luxo que eu ostento é o troféu do que eu imagino
Se eu quero eu busco se eu sonho eu tomo pra mim
O meu império é eterno e nunca aceita um fim
Com a força na pele e o comando na palma da mão
Eu governo a vida e não aceito nenhuma instrução
[Outro]