[Intro]
[Verse]
O sol mergulha devagar no horizonte de cetim
Deixando o rastro de um carmim que não tem fim
Caminho descalça sentindo a areia desenhar
O rastro do desejo que me leva até o mar
[Verse]
A brisa traz o cheiro doce da flor de laranjeira
Enquanto a tarde se despede mansa e faceira
Procuro teu olhar no brilho das espumas brancas
Sentindo o peso leve das lembranças mais francas
[Chorus]
É um laço de seda que prende o meu peito ao teu
Um verso que o destino com cuidado escreveu
Nesse abraço que abriga toda a minha paz
Onde o tempo se perde e nada é demais
É a melodia do afeto que a gente inventou
No mapa sagrado que o nosso querer traçou
[Bridge]
Se a lua subir para espiar o nosso segredo
Vou te contar que já não sinto mais nenhum medo
Pois cada batida do meu sangue chama o teu nome
Numa vontade imensa que o silêncio consome
[Verse]
As estrelas começam a bordar o manto da noite
Sem que a solidão nos toque com seu açoite
Tua mão na minha é o porto que eu sempre quis
Onde a alma descansa e o espírito se faz feliz
[Pre-Chorus]
O mundo lá fora parece parar de girar
Apenas para nos ver aprender a amar
Num gesto simples que revela a eternidade
Transformando o sonho na mais pura verdade
[Chorus]
É um laço de seda que prende o meu peito ao teu
Um verso que o destino com cuidado escreveu
Nesse abraço que abriga toda a minha paz
Onde o tempo se perde e nada é demais
É a melodia do afeto que a gente inventou
No mapa sagrado que o nosso querer traçou
[Chorus]
É um laço de seda que prende o meu peito ao teu
Um verso que o destino com cuidado escreveu
Nesse abraço que abriga toda a minha paz
Onde o tempo se perde e nada é demais
É a melodia do afeto que a gente inventou
No mapa sagrado que o nosso querer traçou
[Outro]