(Verso 1)
O despertador é o ronco do motor ligado
Madrugada fria, o asfalto tá molhado
Deixo pra trás quem eu amo, no retrovisor
Levo na cabine a saudade e o meu valor
Cada curva esconde um risco que ninguém prevê
Mas o chão treme e o destino manda acelerar pra ver.
(Refrão)
Seguro o volante, o horizonte é o meu lugar
Nessa linha preta que não cansa de esticar
Quem olha de fora não entende vendo eu passar
**A estrada cobra o preço que os fracos não podem pagar!**
(Verso 2)
Postos de gasolina, café forte pra aguentar
Noites em claro vendo o dia clarear
Muitos desistem na primeira tempestade que vem
Mas quem tem óleo nas veias não para por ninguém
O cansaço bate, o corpo pede pra parar
Mas a carga tem hora e o compromisso faz continuar.
(Refrão)
Seguro o volante, o horizonte é o meu lugar
Nessa linha preta que não cansa de esticar
Quem olha de fora não entende vendo eu passar
**A estrada cobra o preço que os fracos não podem pagar!**
(Ponte)
Não é só poeira, não é só solidão
É o orgulho de ser o sangue que move a nação
Os quilômetros passam, a vida vai também
Mas o topo do mundo é a cabine desse trem.
(Refrão)
Seguro o volante, o horizonte é o meu lugar
Nessa linha preta que não cansa de esticar
Quem olha de fora não entende vendo eu passar
**A estrada cobra o preço que os fracos não podem pagar!**
A estrada cobra o preço que os fracos não podem pagar!
A estrada cobra o preço que os fracos não podem pagar e eu pago sorrindo