PEÃO, PEÃO, PEÃO
[Intro falado — com atitude]
Ai, meu Deus do céu…
Eu jurei que não caía…
Mas olha quem chegou!
[Verso 1]
Bota suja de poeira,
Fivela brilhando ao sol,
Chega com essa cara de santo,
Mas de santo não tem nada, não!
Camisa preta apertada,
Perfume que fica no ar,
Eu bloqueio e desbloqueio,
Só pra ver ele me chamar!
[Pré-refrão]
Minha amiga fala: “Corre!”
Minha mãe fala: “Não vai!”
Mas quando esse homem aparece,
Meu juízo fica pra trás!
[Refrão]
Ô, peão, peão, peão!
Cê judia do meu coração!
Bota, fivela, beijo molhado,
Eu quero esse peão do meu lado!
Ô, peão, peão, peão!
Cê não vale um tostão!
Falo que não, mas quero também…
Eu largo o juízo e quero esse trem!
[Verso 2 — malícia e atitude]
Chapéu jogado de lado,
Faz charme só pra provocar,
Quando ele bate a bota,
Até a poeira faz levantar!
[Pós-refrão — chiclete]
Tchê, tchê, tchê… joga a poeira!
Tchê, tchê, tchê… sexta-feira!
Tchê, tchê, tchê… segura, coração!
Quem nunca caiu por um peão?
[Pré-refrão]
Minha amiga fala: “Corre!”
Minha mãe fala: “Não vai!”
Mas quando esse homem aparece,
Meu juízo fica pra trás!
[Refrão final — com energia]
Ô, peão, peão, peão!
Cê judia do meu coração!
Bota, fivela, beijo molhado,
Eu quero esse peão do meu lado!
Ô, peão, peão, peão!
Cê não vale um tostão!
Falo que não, mas quero também…
Eu largo o juízo e quero esse trem!
[Final — repetir com coro]
Tchê, tchê, tchê… joga a poeira!
Tchê, tchê, tchê… sexta-feira!
Ô, peão, peão, peão!