[Intro]
[Verse]
O sol caminha devagar na areia branca
A brisa traz o cheiro doce do pomar
Abro a janela e vejo o tempo que descansa
Enquanto o dia se prepara pra chegar
O violão dedilha notas de esperança
Um passarinho vem aqui me visitar
Não há pressa no compasso da mudança
Basta o silêncio pro meu peito repousar
[Chorus]
É bossa nova no balanço dessa rede
É água fresca pra matar a minha sede
O mundo gira lá fora sem direção
Mas aqui dentro mora a paz no coração
Um verso manso pra dizer o que eu sinto
Nesse caminho que eu traço e não me minto
[Bridge]
A vida escreve linhas puras no horizonte
Beber a luz que brota livre dessa fonte
Sentir o chão e a poesia de estar vivo
No tom sereno de um abraço decisivo
[Verse]
A tarde cai vestindo a cor da calmaria
As nuvens passam como barcos pelo céu
A alma encontra sua própria melodia
Tirando o peso desse antigo e gasto véu
O cais espera o retorno da alegria
A lua cheia desenha o seu papel
Guardo o segredo que a noite me confia
Gosto de fruta e doçura desse mel
[Chorus]
É bossa nova no balanço dessa rede
É água fresca pra matar a minha sede
O mundo gira lá fora sem direção
Mas aqui dentro mora a paz no coração
Um verso manso pra dizer o que eu sinto
Nesse caminho que eu traço e não me minto
[Outro]