[Intro]
[Verse]
O asfalto treme quando a sombra se agiganta
DJ Rûzi no comando a ordem se levanta
Fuboca imortal rasgando o breu da madrugada
Cruzando a raposa na subida da ladeira errada
A fúria de quem nunca abaixa o tom de voz
O peso da vivência moldando cada um de nós
[Verse]
Invado o território de metal e de engrenagem
Roubo o ferro da ETAM pra forjar minha coragem
Aponto pro teu rosto o reflexo da verdade nua
Postura de mandrake que domina o meio da rua
Energia bruta que ferve dentro do concreto
Ninguém segura o passo de quem segue o trajeto reto
[Chorus]
É o império da esquina na batida do perigo
Onde o medo recua e não sobra nenhum inimigo
Na marra na garra na linha de frente
Onde o sangue pulsa e o bumbo sente
O brilho do aço reflete a vitória
Escrita na pele na marra da história
[Bridge]
Sem pedir licença eu tomo o que é meu por direito
O soco do grave batendo direto no peito
Olhar de quem sabe que a sorte é pra quem faz
O resto é fumaça que o vento desfaz e traz
A lei de quem manda na própria calçada
O topo do mundo começa na nossa quebrada
[Verse]
Desafio lançado pra quem ousa atravessar
Minha marca tá posta ninguém pode apagar
O ferro na mão é o peso da minha palavra
A rua é o palco onde a alma se grava
Mandrake que sabe o valor de cada movimento
Minha banca controla o passar do tempo
[Chorus]
É o império da esquina na batida do perigo
Onde o medo recua e não sobra nenhum inimigo
Na marra na garra na linha de frente
Onde o sangue pulsa e o bumbo sente
O brilho do aço reflete a vitória
Escrita na pele na marra da história
[Chorus]
É o império da esquina na batida do perigo
Onde o medo recua e não sobra nenhum inimigo
Na marra na garra na linha de frente
Onde o sangue pulsa e o bumbo sente
O brilho do aço reflete a vitória
Escrita na pele na marra da história
[Outro]