*refrão:
levei um puta de um sacode, levei um puta de um sacode porque gastei com uma galega de bode
levei um puta de um sacode , levei um puta de um sacode porque gastei com uma galega de bode
me aventurei lá por banda de Adrianópolis
que ainda na minha metropoli é lugar de gente rica
entrei num pub pedi uma bebida
de forma atrevida sentei ao lado de uma formosa galega com o intuito de uma prosa
conversa vai conversa vem, deu início a depelação sem que houvesse minha contestação
pediu pra pagar um drinks e eu boçal pra se manter nos trinks
pedi a tal bebida que para minha surpresa
era uma taça cheia de gelo e colorida que de forma arrependida naquela mesma horinha me levou uma oncinha
a galega me elogiou e eu fiquei gabola , e em seguida me lascou, chamou o garçon, espia, e com uma voz macia pediu um tal de sushi
o garçon se aproximou e dentro de um motor veio umas rodelinhas de arroz com peixe cru enrolado numa folha parecido com capeba
o pior de tudo meu senhor é que aquele enroladinho tinha que comer com dois palitinhos , tomei um susto que quase rasgo a roupa
quando fui pagar o enroladinho custava uma garoupa
me arrependi da presepada chamei a galega pra dançar
sassaricando pra cá sassaricando pra lá
falei baixinho na orelha dela
vamos pro meu AP pra ficarmos sozinhos
ela percebeu a minha intenção e em seguida me respondeu
hoje não pode porque estou de bode
refrão:
levei um puta de um sacode, levei um puta de um sacode
porque gastei com uma galega de bode
levei um puta de um sacode , levei um puta de um sacode
porque gastei com uma galega de bode