[Verso 1 - Voz masculina]
Na várzea do bairro, domingo de sol,
camisa suada, chuteira e farol
nos olhos de quem nunca soube parar,
Guarani velho, pronto pra jogar.
[Verso 2 - Voz feminina]
Cada batalha deixou seu sinal,
um joelho marcado, um riso leal.
No barro e na grama, lado a lado,
inguém ficava pra trás, abandonado.
[Pré-Refrão - Dueto]
O tempo passou, mas ficou no portão
um coro guardado no peito e na mão.
[Refrão - Dueto]
Guarani, nosso orgulho, nosso lugar,
veteranos que ensinaram a lutar.
Quando a torcida chama, o coração responde,
choro de alegria, ninguém se esconde.
Guarani, nos dias de ouro a brilhar,
irmãos de camisa, difíceis de apagar.
[Verso 3 - Voz masculina]
Lembro a arquibancada, o grito no ar,
a bola espirrando, ninguém quis recuar.
A vitória era doce, a derrota também,
porque a amizade voltava com a gente pra casa, meu bem.
[Verso 4 - Voz feminina]
Hoje os cabelos têm fios de luar,
mas basta um apito pra perna lembrar.
A rua se enche, a bandeira subiu,
e a velha equipe de novo surgiu.
[Pré-Refrão - Dueto]
O tempo passou, mas ficou no portão
um coro guardado no peito e na mão.
[Refrão - Dueto]
Guarani, nosso orgulho, nosso lugar,
veteranos que ensinaram a lutar.
Quando a torcida chama, o coração responde,
choro de alegria, ninguém se esconde.
Guarani, nos dias de ouro a brilhar,
irmãos de camisa, difíceis de apagar.
[Ponte - Voz feminina e masculina]
Se a voz falhar, canta mais alto por nós,
se o olho molhar, canta junto essa voz.
A história é de todos, de quem veio e ficou,
na várzea do bairro, o amor não acabou.
[Refrão Final - Dueto e coro]
Guarani, nosso orgulho, nosso lugar,
veteranos que ensinaram a lutar.
Quando a torcida chama, o coração responde,
choro de alegria, ninguém se esconde.
Guarani, nos dias de ouro a brilhar,
irmãos de camisa, difíceis de apagar.
Guarani! Guarani!
Nosso bairro inteiro canta por ti!