[Intro]
[Verse]
O asfalto queima sob o sol de janeiro
A cidade acorda num pulsar estrangeiro
Passos ligeiros desenham o chão
Um sopro de vida em cada portão
[Verse]
Olhares cruzados no fluxo da gente
Um brilho que surge de forma latente
A alma transborda pra fora do cais
Buscando o caminho que não volta atrás
[Chorus]
É o som que invade a pele e a cor
Um salto no escuro vibrando calor
Mistura de cores num tom singular
A força que faz o destino girar
[Bridge]
Sem medo do tempo que corre veloz
Erguemos ao mundo a nossa própria voz
O agora é o palco de toda a razão
Batendo no peito com tal precisão
[Verse]
Janelas abertas pra brisa passar
O brilho do dia quer nos abraçar
O riso faísca em qualquer direção
Plantando sementes em cada canção
[Verse]
Esquinas revelam mistérios e luz
O brilho constante que sempre conduz
Viver cada instante sem ter que esperar
Pois tudo renasce se a gente sonhar
[Chorus]
É o som que invade a pele e a cor
Um salto no escuro vibrando calor
Mistura de cores num tom singular
A força que faz o destino girar
[Chorus]
É o som que invade a pele e a cor
Um salto no escuro vibrando calor
Mistura de cores num tom singular
A força que faz o destino girar
[Outro]