[Verso 1]
Eles olham, mas não enxergam,
Eles falam, não me escutam.
Com o peso do mundo nas costas,
Os humilhados entram na luta.
Tribunal já montou o cenário,
Julgamento, roteiro montado.
Apontam o dedo pra mim,
Mas não sabem do meu passado.
Não aguentam o meu sofrimento,
Não aguentam a minha labuta.
Eles querem ditar as regras,
Mas minha mente não se permuta.
[Refrão]
Crítica é veneno pra quem não tem raiz,
Eu sigo invicto fazendo o que eu sempre quis.
Podem falar, podem tentar me rotular,
Sou a voz que o seu muro não vai silenciar!
É o barulho do mundo contra a minha verdade,
Resiliência no peito e foco na liberdade!
[Verso 2]
Falam da roupa, do corte, do jeito de andar,
Se eu subo, é sorte; se eu caio, vão vir zoar.
Sociedade é vitrine de puro vidro,
Quem mais aponta o dedo tá mais perdido.
Filtro de rede não esconde o vazio,
Eles destilam ódio, eu mantenho o brilho.
Palavra negativa vira combustível,
Pra mostrar pro mundo que o meu sonho é possível!