Calmaria no Vendaval
Verso 1
Eu sou calmaria em meio ao vendaval
Criança pequena no meio da humanidade
Cultivei beleza onde havia destruição
Meu coração tem a sua própria verdade
Não se abala com o erro de ninguém
Quando dói, explode, foge, some e volta
Sou silêncio entre falhas descabidas
Solo fértil onde a esperança brota
Refrão
Sou amor que se veste de poesia
Prosa de alegria que a alma faz
Lágrima contida por todo o respeito
Tesouro raro que nem todos sabem paz
Sou vento, sou brisa que vem e vai
No amor é paz, na luta é força e luz
Carrego sonhos, e em mim habita
O Rei da Justiça que me conduz
Verso 2
Quando me ajoelho, Ele vê quem sou
Falo baixinho e Ele escuta bem
Peço com fé e Ele age no tempo certo
Choro e Ele me acolhe também
Amo ser essa menina do coração
Que o mundo não entende, mas Jeová protege
Enquanto há guerra por todo lado
Só a Sua paz em mim se segue
Ponte
Meus joelhos são o meu caminho
Minhas lágrimas são preces ao céu
Sou a menina dos olhos Dele, sim
Tenho o que é meu e sou grata ao léu
Refrão Final
Sou amor que se veste de poesia
Prosa de alegria que a alma faz
Lágrima contida por todo o respeito
Tesouro raro que nem todos sabem paz
Viver é o meu maior desafio
Mas com Ele eu sei que vou vencer
Protegida, amada e guardada
Sempre no Seu amor florescer!
— Jô Brandão