(Introdução – batida de tambores) Tum… tum… tum-tum…
Tum… tum… tum-tum…
(Verso 1)
Na força da terra, no som do maracá
Juventude se levanta, ninguém vai nos calar
Do rio vem a vida, da mata a direção
Carregamos nossos ancestrais no peito e no chão
(Pré-refrão)
Oceju bit kuyjeakat aôkay
Nosso canto ecoa, ninguém vai apagar
(Refrão – forte, coletivo)
JUMAM! JUMAM!
Ecoando vozes ancestrais!
JUMAM! JUMAM!
Nossa luta nunca morre jamais!
JUMAM! JUMAM!
Povo forte, raiz do chão!
Juventude Munduruku
Batendo forte o coração!
(Verso 2)
Pintura no corpo, história na pele
Cada traço mostra quem a gente é e segue
Guardião da floresta, filho do trovão
Nosso grito é resistência, é proteção!
(Ponte – mais intensa, tipo canto de guerra)
Hey! Hey! Hey!
Ninguém cala nossa voz!
Hey! Hey! Hey!
A floresta vive em nós!
(Refrão final – mais forte ainda)
JUMAM! JUMAM!
Ecoando vozes ancestrais!
JUMAM! JUMAM!
Nossa luta nunca morre jamais!
(Final – só tambores diminuindo)
Tum… tum… tum…
Tum… tum…