(INTRO – Coral Sombrio)
Tenebrae...
Sanguis...
Umbrae...
Aeternum...
Tenebrae...
Sanguis...
Umbrae...
Aeternum...
Somos a noite...
Somos a fome...
Somos o reflexo...
Daquilo que vocês temem...
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(VERSO 1 – Dark PHONK)
Onze leis gravadas na carne,
Cada mordida escreve um alarme.
Forma humana, mente letal,
Psíquico vivo, instinto fatal.
Sem reflexo, sem projeção,
A sombra morreu na transformação.
Só um alimento mantém o vigor,
Sangue, alma, sonho ou terror.
Magia chama... cobra o preço,
Cada feitiço enfraquece o excesso.
O Sol castiga, o alho também,
Verbena lembra quem você não é.
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(PRÉ-REFRÃO)
Convite...
É a lei da escuridão.
Sem permissão...
Não existe invasão.
Livre vontade...
É a transformação.
Sem consentimento...
Não existe maldição.
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(REFRÃO – Coral Sombrio)
Vampiros...
Filhos da eterna escuridão!
Onze marcas...
Uma só maldição!
Se cinco caírem...
A lenda termina.
Resta somente...
Uma variante perdida!
Sanguis!
Umbrae!
Noctis!
Aeternum!
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(VERSO 2 – Dark PHONK)
Nem toda presa veste pele humana,
Bruxos, monstros... qualquer alma chama.
Energia, carne, sonhos no ar,
Cada linhagem aprende a caçar.
Psique domina, mente em prisão,
Mas nunca controla um coração.
A escolha define quem vai renascer,
Nem toda mordida faz alguém morrer.
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(PONTE – Coral em Latim)
Lux cadit...
Umbra surgit...
Sanguis regnat...
In aeternum...
Noctis...
Noctis...
Noctis...
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(DROP – Dark PHONK)
Sem reflexo!
Sem perdão!
Sem sombra!
Predação!
Onze leis!
Uma razão!
A noite vive...
Na escuridão!
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(OUTRO – Coral Final)
Enquanto existirem...
As onze marcas...
O vampirismo...
Jamais morrerá...
Tenebrae...
Sanguis...
Umbrae...
Aeternum...
Tenebrae...
Sanguis...
Umbrae...
Aeternum...