[INTRO]
Brazilian phonk
Yeah...
Brasil na selva...
Quem entra... não volta.
Brazilian funk
CURUPIRA!
Passo pra trás, confunde o caçador
Guardião da mata, defensor do seu valor
Machado levanta? Já perdeu direção
Cada árvore escuta minha respiração
Meu cabelo é fogo, meu olhar é pressão
Ganância vira pó dentro da escuridão
Quem caça por fome eu deixo prosseguir
Mas quem mata por prazer... não vai sair daqui
[PRÉ-REFRÃO]
Escuta o vento...
É tarde demais...
A floresta escolheu...
Quem fica pra trás.
[REFRÃO]
Curupira!
A mata inteira me obedece.
Boitatá!
Meu fogo nunca desaparece.
Mula sem Cabeça!
A maldição enlouquece.
Lendas vivas...
Quem desafia... desaparece!
BOITATÁ!
Sou serpente de fogo queimando o sertão
Luz no horizonte trazendo punição
Olhos que brilham igual constelação
Quem destrói a natureza sente minha maldição
Meu corpo incendeia toda escuridão
Nem rio nem chuva apagam combustão
Corro pelos campos igual furacão
Meu brilho anuncia sua condenação
[BREAK]
Phonk...
Grave pesado...
O folclore acordou...
Tá tudo queimado.
MULA SEM CABEÇA!
Casco no chão faz a terra tremer
No lugar da cabeça só consigo arder
Fogo na crina, corrente a bater
Quem cruza meu caminho vai enlouquecer
Galopo na noite sem olhar pra trás
Minha maldição ninguém desfaz
Sou o castigo que o pecado traz
Quando escuta meu relincho... já não vive mais
[REFRÃO FINAL]
Curupira!
Os teus passos vão falhar.
Boitatá!
Meu incêndio vai chegar.
Mula sem Cabeça!
Corre enquanto pode escapar.
Folclore brasileiro...
Veio pra dominar!
[OUTRO]
Não é conto...
Não é invenção...
Enquanto existir floresta...
Existirá punição.