[Intro]
[Verse]
Ando por vales onde a sombra se faz morada
Meus pés tropeçam nessa longa e dura estrada
O peso do mundo repousa sobre meus ombros
Vejo ruínas onde antes ergui meus sonhos
A alma soluça no silêncio da madrugada
Buscando o brilho de uma luz que foi apagada
[Verse]
As lágrimas banham o chão seco da esperança
Perdi o compasso nessa incerta dança
O pão que eu como tem sabor de amargura
A sede que sinto é de paz e de cura
Olho pro céu e só vejo nuvens cinzentas
Enquanto a dúvida em meu peito se alimenta
[Chorus]
Clamo por Teu nome quando a força me abandona
Nessa tempestade que o meu barco desmorona
Vem me resgatar desse abismo tão profundo
Pois sou apenas um grão de pó nesse mundo
Estende Tua mão sobre a minha dor latente
Transforma esse nada em um novo vivente
[Verse]
O espelho reflete um rosto que eu não conheço
Pago por falhas que hoje perdi o preço
O vazio ecoa nos cantos desse meu ser
Tento lutar mas já não sei como vencer
O frio aperta e o fôlego vai embora
Esperando o sol que demora lá fora
[Pre-Chorus]
Mesmo que o pranto insista em me cegar
Ainda que o mar queira me carregar
Eu busco o alento que vem do Teu altar
Pois só Tua voz pode me sustentar
[Chorus]
Clamo por Teu nome quando a força me abandona
Nessa tempestade que o meu barco desmorona
Vem me resgatar desse abismo tão profundo
Pois sou apenas um grão de pó nesse mundo
Estende Tua mão sobre a minha dor latente
Transforma esse nada em um novo vivente
[Outro]