Tudo parecia desabar na minha frente
Disseram que eu não ia, que era insuficiente
Guardei cada "não" dentro do bolso rasgado
Transformei em força tudo que me foi negado
O muro era alto, mas aprendi a escalar
Quem duvidou de mim vai ter que me escutar
E se o mundo pesa, eu viro furacão
Se fecha uma porta, eu abro o portão
Não vim pra pedir licença não
Eu nasci pra ser trovão
Levanta e vai, que o chão é teu
Quem nasceu pra ser gigante não morreu
Levanta e vai, mostra quem tu é
O jogo só acaba quando acaba a fé
Levanta e vai, que o chão é teu
Quem nasceu pra ser gigante não morreu
Levanta e vai, mostra quem tu é
O jogo só acaba quando acaba a fé
Joguei fora o medo, queimei a bagagem
Comprei passagem só de ida pra coragem
Se tombei na curva, foi pra pegar impulso
Hoje meu silêncio vale mais que discurso
Cada cicatriz virou medalha no peito
Quem riu da minha queda não conhece meu jeito
E se o mundo pesa, eu viro furacão
Se fecha uma porta, eu abro o portão
Não vim pra pedir licença não
Eu nasci pra ser trovão
Levanta e vai, que o chão é teu
Quem nasceu pra ser gigante não morreu
Levanta e vai, mostra quem tu é
O jogo só acaba quando acaba a fé
Levanta e vai, que o chão é teu
Quem nasceu pra ser gigante não morreu
Levanta e vai, mostra quem tu é
O jogo só acaba quando acaba a fé
Ôôô, pode falar, pode julgar
Que eu tô blindado, nada vai me parar
Ôôô, quem tem raiz não cai no chão
Eu sou semente, eu sou vulcão
Levanta e vai, que o chão é teu
Quem nasceu pra ser gigante não morreu
Levanta e vai, mostra quem tu é
O jogo só acaba quando acaba a fé
Levanta e vai! Levanta e vai!
O jogo só acaba quando acaba a fé!