[Intro]
[Verse]
O sol racha o barro seco da ladeira
A poeira levanta quando o vento vem
Levo o gado devagar na estradeira
Pensando no abraço que só ela tem
A lembrança corta mais que a faca amolada
Dói no peito esse destino de caminhar
Deixei meu amor lá na encruzilhada
Com a promessa que um dia eu ia voltar
[Pre-Chorus]
O chiar da sela parece uma prece
O suor escorre e o corpo padece
Mas a esperança é o que me fortalece
[Chorus]
Ai que saudade do cheiro do mato
Do beijo melado debaixo do juazeiro
Vou galopando num rastro exato
Pra ser de novo o seu par verdadeiro
No fole da sanfona eu encontro o caminho
Ninguém nesse mundo vive bem sozinho
[Verse]
A lua prateia a copa das juremas
O grilo canta baixo querendo avisar
Que a vida no sertão tem seus dilemas
Mas tem o aconchego de quem sabe amar
Preparei a sala pra nossa chegada
Botei flor de mandacaru no jarrão
Quero ver o brilho da sua mirada
Incendiando o meu pobre coração
[Pre-Chorus]
O chiar da sela parece uma prece
O suor escorre e o corpo padece
Mas a esperança é o que me fortalece
[Chorus]
Ai que saudade do cheiro do mato
Do beijo melado debaixo do juazeiro
Vou galopando num rastro exato
Pra ser de novo o seu par verdadeiro
No fole da sanfona eu encontro o caminho
Ninguém nesse mundo vive bem sozinho
[Chorus]
Ai que saudade do cheiro do mato
Do beijo melado debaixo do juazeiro
Vou galopando num rastro exato
Pra ser de novo o seu par verdadeiro
No fole da sanfona eu encontro o caminho
Ninguém nesse mundo vive bem sozinho
[Outro]