Quando o mundo muda, e a gente se perde,
ela aparece, sem pedir sequer.
Não pesa promessas, não mede caminho,
só segue em silêncio, firme, por dentro.
Muitos desaparecem, quando o medo chega,
mas você permanece, com a voz que consola.
Não julga os passos, não conta as quedas,
só estende a mão, devagar, sem pressa.
Você é a luz que continua acesa,
mesmo quando o vento tenta apagar.
Você é o chão que não se esquece,
mesmo quando o mundo decide parar.
Você é o carinho que não se despede,
é o bem que insiste em voltar.
Vejo em você algo que não se compra,
um jeito de ficar, sem perguntar por quê.
Você sabe ouvir sem se cansar da tristeza,
e ainda assim sorri como se fosse fé.
Não fala em recompensa, não espera aplausos,
só se coloca ali, quando o silêncio é mais forte.
Você é o porto onde o mar se acalma,
o abrigo que a noite não consegue vencer.
Você é a luz que continua acesa,
mesmo quando o vento tenta apagar.
Você é o chão que não se esquece,
mesmo quando o mundo decide parar.
Você é o carinho que não se despede,
é o bem que insiste em voltar.
Que o tempo te trate com a mesma ternura,
que você dedica a quem continua lutando.
Que cada gesto seu seja lembrado,
como flores que não se esqueceram de florir.
Que Deus o Criador de todas as coisas te abrace com a força do infinito,
e o bem que você espalha volte em doação.
Que sua presença nunca se ausente,
e que você viva eternamente nos corações.