(Verso 1)
Nas cinzas do ontem, o vento soprou,
Um eco de chamas que a noite apagou.
Caí no silêncio, ferido e sem cor,
Esquecido no tempo, sem rumo ou calor.
Mas há sob a terra um pulsar persistente,
Uma brasa escondida, feroz e latente.
(Pré-Refrão)
O frio da morte não pôde vencer,
A hora chegou de de novo erguer.
(Refrão)
De asas de fogo, eu fujo do chão,
Rasgando as trevas com o meu coração!
Das cinzas do tempo, a vida retoma,
A Fênix desperta, incendeia e toma!
Mais forte que antes, no céu vou brilhar,
Nenhum temporal vai me derrubar!
(Verso 2)
Queimaram meus sonhos, tentaram calar,
Pensaram que era o meu fim de luar.
Mas cada cicatriz é um traço de luz,
É a força sagrada que a alma conduz.
O ouro do fogo derrete a dor,
E veste de glória o meu novo ardor.
(Pré-Refrão)
O frio da morte não pôde vencer,
A hora chegou de de novo erguer.
(Refrão)
De asas de fogo, eu fujo do chão,
Rasgando as trevas com o meu coração!
Das cinzas do tempo, a vida retoma,
A Fênix desperta, incendeia e toma!
Mais forte que antes, no céu vou brilhar,
Nenhum temporal vai me derrubar!
(Ponte)
Olhe pro alto, veja o clarão,
Eu sou o renascer da imensidão.
O que era ruína agora é altar,
Pronto pro infinito e pro eterno voar!
(Refrão Final)
De asas de fogo, eu fujo do chão,
Rasgando as trevas com o meu coração!
Das cinzas do tempo, a vida retoma,
A Fênix desperta, incendeia e toma!
Mais forte que antes, no céu vou brilhar,
Nenhum temporal vai me derrubar!
(Outro)
Nas cinzas... não há mais fim.
Só o fogo...
E eu.