[Intro]
[Verse]
Eu deixei o meu orgulho na porteira quando avistei seu carro chegando devagar
O sol se pondo no horizonte parecia desenhar o seu sorriso pra me provocar
Aquelas botas velhas que você gostava eu fiz questão de engraxar só pra te receber
Preparei o violão e uma canção que fala tudo aquilo que eu não sei dizer
O cheiro da terra molhada se mistura com o perfume que ficou na minha memória
Hoje eu não quero pressa nem desculpas quero escrever de novo a nossa história
[Chorus]
Vem cá e me abraça como se o tempo não tivesse passado por nós dois
Esquece os problemas que a gente resolve e deixa o mundo inteiro pra depois
O meu peito é morada e você sabe bem o caminho pra me encontrar
Nesse Sertão do meu peito você é a única estrela que eu quero admirar
Aceita esse meu jeito meio bruto mas com um coração pronto pra te amar
[Verse]
A mesa tá posta tem café fresquinho e aquele queijo que você sempre pediu
Senti falta da sua risada alta que preenchia o vazio que aqui dentro se abriu
Não me importa o que falaram por aí o que vale é esse brilho no seu olhar
Deixa a luz da lua ser a testemunha que eu nunca soube como te abandonar
Cada quilômetro que nos separava serviu pra mostrar que meu lugar é com você
Se a saudade batia apertada eu fechava os olhos pra conseguir te ver
[Chorus]
Vem cá e me abraça como se o tempo não tivesse passado por nós dois
Esquece os problemas que a gente resolve e deixa o mundo inteiro pra depois
O meu peito é morada e você sabe bem o caminho pra me encontrar
Nesse Sertão do meu peito você é a única estrela que eu quero admirar
Aceita esse meu jeito meio bruto mas com um coração pronto pra te amar
[Chorus]
Vem cá e me abraça como se o tempo não tivesse passado por nós dois
Esquece os problemas que a gente resolve e deixa o mundo inteiro pra depois
O meu peito é morada e você sabe bem o caminho pra me encontrar
Nesse Sertão do meu peito você é a única estrela que eu quero admirar
Aceita esse meu jeito meio bruto mas com um coração pronto pra te amar
[Outro]