[Intro]
Ô, minha gente, chegue mais pra cá!
Tem convite na praça, pode espalhar!
[Verso 1]
Na Barra do Rio já tem convocação,
Sétimo dia, reza e reunião.
Bolsonarita, venha sem demora,
Tem oração nos pneus e festa depois de hora.
[Pré-Refrão]
Reza primeiro, depois vem o assado,
Dizem que o Lula paga o churrasco marcado.
E o César resmunga, mas pode esperar:
Quatro anos passam, já vai melhorar!
[Refrão]
Pode chorar, César, pode esperar,
Quatro anos passam, o tempo vai voar.
A moto sem gasolina ficou pelo caminho,
Agora vai de cavalo, no passo mansinho!
Pelego, Pelego, leva o rapaz,
Perdeu nas apostas, não volta atrás!
[Verso 2]
A gasolina da moto acabou no passeio,
César desceu e seguiu no meio.
Foi andando a pé, sem jeito e sem plano,
E a aposta perdida virou desengano.
[Pré-Refrão]
Se a moto vai embora, não fique zangado,
Tem um cavalo esperando no pasto ao lado.
Chamado Pelego, já sabe a missão:
Levar nosso César na próxima estação!
[Refrão]
Pode chorar, César, pode esperar,
Quatro anos passam, o tempo vai voar.
A moto sem gasolina ficou pelo caminho,
Agora vai de cavalo, no passo mansinho!
Pelego, Pelego, leva o rapaz,
Perdeu nas apostas, não volta atrás!
[Ponte]
Na praça tem reza, tem brasa e calor,
Tem gente fazendo piada com bom humor.
Quem perdeu a aposta aprende a aceitar:
Se não tem gasolina, dá pra cavalgar!
[Refrão Final]
Pode chorar, César, pode esperar,
Quatro anos passam, o tempo vai voar.
A moto sem gasolina ficou pelo caminho,
Agora vai de cavalo, no passo mansinho!
Pelego, Pelego, leva o rapaz,
Perdeu nas apostas, não volta atrás!
[Outro]
Ô Pelego, vai devagar!
Que o César ainda vai se acostumar!