(Verso 1)
Eu fiz do seu mundo o meu único chão
Pintei seus defeitos com as cores do meu perdão
Madrugadas frias esperando você chegar
E um café quente que você nem quis provar
Doava meu tempo, meu peito e minha paz
E para você, nada do que eu fazia era demais.
(Verso 2)
Te dei um amor de intensidade sem fim
Enquanto você aos poucos se desligava de mim
O seu desprezo era a minha recompensa diária
Um olhar de gelo na minha rotina solitária
Eu me desfazia para te ver inteiro
Sem perceber que já era invisível no seu próprio terreiro.
(Refrão)
Mas a verdade veio à tona e a máscara caiu
O segredo guardado no seu bolso me destruiu
Foi aí que a chave virou no meu coração
A dor do engano queimou a minha última ilusão.
Ajoelhe, implore, chame pelo meu nome
Sua chance morreu no instante em que a verdade apareceu.
Agora não importa se você me quer de volta:
A mulher que te amava já fechou a porta.
(Verso 3)
Você achou que eu seria uma eterna esperança
A boba que chora e guarda o amor na lembrança
Mas quem ama com força também aprende a esquecer
Quando descobre que o outro não soube valer
Juntei meus pedaços, rasguei o passado
E deixei na mesa o seu amor estragado.
(Ponte)
Agora você corre atrás, diz que quer mudar
Promete o mundo, chora e pede para tentar
Mas o meu silêncio é a resposta mais forte
O seu desrespeito acabou sendo a minha sorte.
Pode se arrepender, pode se lamentar
O meu amor-próprio aprendeu a me salvar!
(Refrão)
A verdade veio à tona e a máscara caiu
O segredo guardado no seu bolso me destruiu
Foi aí que a chave virou no meu coração
A dor do engano queimou a minha última ilusão.
Ajoelhe, implore, chame pelo meu nome
Sua chance morreu no instante em que a verdade apareceu.
Agora não importa se você me quer de volta:
A mulher que te amava já fechou a porta.
(Outro)
Já fechou a porta...
O seu tempo acabou.
Eu me resgatei do seu desprezo
E finalmente me reencontrei.