Criar música estilo blues adicionando guitarra, baixo, piano, gaita, sax e bateria, utilizando o texto poético abaixo:
[Estrofe 1]
Quando o Brasil voltou a respirar,
o salário começou a valorizar,
mais emprego, mais casa, mais chão,
mais esperança chegando à população.
Desenrola a dívida, dá pra recomeçar,
Bolsa Família voltou a amparar,
Minha Casa abriu suas portas outra vez,
Mais Médicos chegando onde faltava a vocês.
Pé-de-Meia chamou jovem pra estudar,
Novo PAC botou obra pra andar,
e a fome, que um dia fez tanta pressão,
começou a perder espaço no coração.
[Estrofe 2]
Tem luz pra quem precisa, tem gás no fogão,
tem CNH Social abrindo direção,
Casa Brasil recuperando o lar,
e o Brasil Sorridente voltou a cuidar.
Na Amazônia a fumaça começou a baixar,
o desmatamento voltou a recuar,
COP 30 põe o Brasil no cenário mundial,
falando de clima, futuro e ambiental.
Inflação sob controle, PIB a crescer,
reforma tributária tentando simplificar,
e quem já tinha perdido a fé em viver
vê de novo uma estrada pra caminhar.
[Refrão]
Não faz sentido, não, não faz sentido!
Olhar pro passado e fingir que foi bonito.
Não faz sentido, não, não faz sentido!
Se a verdade bate forte no ouvido.
Tem quem diga que tudo era melhor,
mas a memória não pode virar pó.
Entre o discurso e aquilo que aconteceu,
o Brasil sabe muito bem o que viveu.
[Estrofe 3]
Veio a pandemia, veio a SOLIDÃO,
milhares de vidas pedindo proteção.
Vacina demorando, conflito e pressão,
enquanto a doença avançava pelo chão.
O custo de vida começou a apertar,
comida e combustível difíceis de pagar,
dois dígitos de inflação pesando no pão,
e políticas sociais sofrendo redução.
Na Amazônia o fogo voltou a crescer,
Ibama e Inpe perderam força pra fazer,
o Fundo Amazônia ficou sem direção,
e a floresta pagou mais uma prestação.
Troca ministro, corta educação,
universidade enfrenta contenção.
A cultura perdeu espaço e voz,
e o Brasil ficou dividido entre nós.
Mas o blues não mente, sabe lembrar,
quem viveu a história não pode apagar.
Pode mudar o discurso, pode mudar a versão,
mas não se apaga o que ficou na recordação.
[Refrão — final, crescente]
Não faz sentido, não, não faz sentido!
Dizer que o ontem foi sempre mais bonito.
Não faz sentido, não, não faz sentido!
Quando o presente mostra outro caminho.
Tem emprego, tem casa, tem comida na mesa,
tem saúde, escola e muita certeza.
E se o Brasil ainda tem muito a fazer,
é seguindo em frente que vai crescer.
[Final — Blues instrumental]
Ô, Brasil...
olha pra frente, não volta pro chão...
A história é estrada,
não é repetição.
Não faz sentido...
não faz sentido...
quando a memória
escorre que nem água pela mão!