na calada da noite na madruga eu ando na rua sem ninguém mentalmente formado para dialogar prefiro conversar com a lua, eu tento entender o que eu posso fazer se tudo que eu faço pra muitos de nada vai valer, pessoas sem consciência com o mínimo de essência sempre vai vim e julgar pela aparência mas da ideologia fértil são poucos que se escapa de gente assim eu jogo contra mas nunca dou minha cara a tapa porque nunca se pode julgar um livro pela capa alienados de escutar tanta besteira fica com a mente pesada diz que corre pelo certo mas cai na primeira topada e vendo de camarote dou altas risadas sempre tem um que vai dizer que apesar de tudo tá contigo te apunhala pelas costas na verdade é teu pior inimigo e é por isso que a caneta e o papel é o meu melhor amigo,tô sempre querendo acabar com os conflitos mas fazer o que se o mundo está errado e é nele que eu abito, assisto, tantas besteiras vermes imundos que se desfaz que nem poeira idiotas que ficam com a mente cabreira diz ser dos corres mais só corre em cima de uma esteira, conversadores de água nunca vai me alcançar porque vejo que corre e nunca sai do lugar da tempo de eu parar, acender um cigarro pra descansar, mas na verdade não estou querendo ser mais do que ninguém, na escola da rua eu aprendi que os sábios sempre se dão de bem eu nunca apoio pessoas com duas faces nessa escola que eu aprendi a me dar de bem hoje sou representante da classe