Consegui reduzir pra você mantendo toda a história, as frases marcantes e a estrutura. Essa versão tem *menos de 3000 caracteres*:
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*[INTRO]*
Há coisas que só a experiência ensina.
Na primeira vez, a gente sente antes de entender.
*[VERSO 1]*
Na primeira vez fui sem medo de sentir,
confiei no que via, sem pensar no que podia vir.
Entreguei o coração sem saber o preço a pagar,
e só depois da queda aprendi a enxergar.
Achava que certas coisas nunca iam acontecer,
fechava os olhos pra não perceber.
Acreditei em promessas feitas pra durar,
até ver que até certezas podem desmoronar.
E quando dói, não dói só o coração,
dói ver que a ingenuidade também participa da queda.
*[PRÉ-REFRÃO]*
Eu ainda acreditava... até acontecer.
Foi quando a vida me ensinou o que eu não queria aprender.
*[REFRÃO]*
Nada novo de novo,
eu já conheço esse lugar.
Já assisti esse filme,
já sei onde vai parar.
Nada novo de novo,
eu ainda sei amar.
Ainda posso acreditar,
ainda posso me importar.
Só não sou mais o mesmo
que um dia deixou acontecer.
Se o coração conhece a história,
a razão também pode responder.
*[VERSO 2]*
Hoje vejo os sinais que antes deixava passar,
silêncio que fala sem precisar explicar,
mudança no olhar que não dá pra disfarçar.
Aprendi que certas coisas não precisam tradução,
amar não é fechar os olhos pra enxergar,
nem transformar ausência em desculpa pra ficar.
Nem tudo que a gente ama merece nossa cegueira.
*[PRÉ-REFRÃO 2]*
Isso não é frieza. É maturidade.
Não perdi o sentimento, ganhei clareza.
*[PONTE]*
Ainda posso sentir, amar, me importar,
ainda posso querer que dê certo.
Mas aprendi que não preciso me perder
pra fazer alguém ficar.
Amar alguém não pode significar
abandonar a mim mesmo.
*[CLÍMAX]*
Depois de certas experiências,
insistir no mesmo erro não é inocência.
Na primeira vez talvez eu não soubesse. Hoje eu sei.
E quando a gente sabe, a escolha muda.
Não é falta de amor. É respeito.
Pela minha paz, pelo que vivi e aprendi.
*[REFRÃO FINAL]*
Nada novo de novo,
eu já vivi essa história, já sei onde vai parar.
Nada novo de novo,
não preciso me perder.
Eu ainda sei amar,
mas também sei dizer não.
Já entreguei demais uma vez,
hoje eu escuto a razão.
*[OUTRO]*
Talvez a vida tenha mudado, ou talvez tenha sido eu.
O cenário pode ser outro, as palavras podem ser novas,
mas se o final já é conhecido,
eu não preciso chegar até ele outra vez.
Nada novo. De novo.