Nair, menina guerreira,
a vida jĂĄ te mostrou espinho,
quando a mĂŁe se afastou do caminho,
nĂŁo ficou sozinha a esperar.
Veio Reduzino, pai de verdade,
e Francisca, coração sem medida,
duas mĂŁos, uma sĂł guarida,
para te acolher e te amar.
(RefrĂŁo)
Deram o que o mundo nĂŁo rouba jamais:
amor, educação e respeito,
mesmo na luta, sem ter muito mais,
fizeram teu caminho perfeito.
Nair, exemplo de quem nĂŁo desiste,
leva no peito a luz que persiste.
(Verso 2)
Cedo veio a missĂŁo de ser mĂŁe,
trĂȘs vidas para cuidar e guiar:
Diogo, Deivison e Arielli a amar,
nunca deixou nenhum para trĂĄs.
Com suor, fé e coragem infinita,
fez do pouco um lar aconchegante,
o amor era seu bem mais constante,
em cada passo, em cada passo dado.
(Verso 3)
E o mundo tem suas voltas bonitas,
quando menos se espera a sorte vem:
AntÎnio chegou, calmo e também,
para somar, apoiar e cuidar.
Chegou devagar, com jeito de paz,
trouxe confiança e mais calor,
unindo ainda mais esse amor,
fazendo a famĂlia florescer.
(RefrĂŁo Final)
Pois o que o mundo nĂŁo rouba jamais:
amor, educação e respeito,
essa é a herança que não se desfaz,
marca a histĂłria e o peito.
Nair, guerreira, mĂŁe e companheira,
tua luz brilha a vida inteira!