Estrada de terra que levanta poeira, no mês de agosto, no meu sertão.
Também tanque seco, com terra rachada, matando de sede a criação.
Esse é o meu sertão daqui nãoo arredo pé, espero dias melhores se Deus quiser.
Nordestino é valente, vive na labuta, apesar da dureza, não desiste da luta.
Novembro e dezembro, tem chuva no meu sertão, molhando a terra crescendo a plantação.
Quando a chuva não vem é tristeza no sertão, mas nordestino é valente não desiste não.
Vivemos na labuta, dia noite sem fim, mas em Deus temos fé nordestino assim.