REFRÃO
Estrada de terra que levanta poeira, no mês de agosto, no meu sertão.
Também tanque seco, com terra rachada, matando de sede a criação.
1ª ESTROFE
Esse é o meu sertão daqui não arredo pé, espero dias melhores se Deus quiser.
Nordestino é valente, vive na labuta, apesar da dureza, não desiste da luta.
REFRÃO
Estrada de terra que levanta poeira, no mês de agosto, no meu sertão.
Também tanque seco, com terra rachada, matando de sede a criação.
2ª ESTROFE
Novembro e dezembro, tem chuva no meu sertão, molhando a terra crescendo a plantação.
REFRÃO
Estrada de terra que levanta poeira, no mês de agosto, no meu sertão.
Também tanque seco, com terra rachada, matando de sede a criação.
3ªESTROFE
Quando a chuva não vem é tristeza no sertão, mas nordestino é valente não desiste não.
REFRÃO
Estrada de terra que levanta poeira, no mês de agosto, no meu sertão.
Também tanque seco, com terra rachada, matando de sede a criação.
4ªESTROFE
Vivemos na labuta, dia noite sem fim, mas em Deus temos fé nordestino assim.
REFRÃO
Estrada de terra que levanta poeira, no mês de agosto, no meu sertão.
Também tanque seco, com terra rachada, matando de sede a criação.